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Tuesday 12 December 2017, 1:47 am Eleição do Vitória: 'Temos que equilibrar as finanças', diz Viana O CORREIO dá sequência nesta terça-feira (12) à s&eac...
O CORREIO dá sequência nesta terça-feira (12) à série de entrevistas com os candidatos à presidência do Vitória, em eleição que ocorre na quarta (13). Nesta terça (12), os entrevistados são Raimundo Viana e Tiago Ruas. 

Em texto, os leitores conferem as respostas das perguntas básicas e comuns aos candidatos de forma editada. Em áudio sem cortes, no Bate-Pronto Podcast Especial (ao fim da entrevista escrita), os candidatos respondem também a perguntas específicas e aditivos às perguntas básicas. 

Raimundo Viana Raimundo Viana é o único da eleição de quarta (13) a já ter ocupado o cargo de presidente do Vitória. “Mundico”, como ele é carinhosamente chamado pelos torcedores, quer voltar a comandar o Leão a fim de dar continuidade ao projeto que iniciou em 2015, quando assumiu a gestão na Série B e o devolveu à elite do Brasileirão, permanecendo nela em 2016:CORREIO: Por que o senhor quer ser presidente e quais feitos na sua carreira te credenciam para isso? Raimundo Viana: Na verdade eu não quero ser, eu fui escolhido para ser pelos meus companheiros de arquibancada. Aqueles torcedores que veem eu chegar ao estádio, estacionar o meu carro como qualquer outro torcedor, que entra no estádio pelo mesmo lugar que qualquer outro torcedor entra. O legado está à vista de todos: um Barradão repaginado, os vestiários modernizados, seis campos de treinamento, intervenções seguras e encantadoras na base, no remo. Uma administração centrada em sucesso. Recebemos o clube na segunda divisão, levamos para a primeira, o mantivemos na primeira. Recebemos o clube sem estadual, retomamos a hegemonia, o nosso direito de disputar a Copa do Nordeste, onde nós sempre fomos o maior vencedor. Resgatamos, o que é fundamental, a autoestima do torcedor do Vitória.C: Como o senhor avalia a gestão de Ivã de Almeida? O que manterá e mudará caso seja eleito? RV: Eu não gosto de comentar as coisas que não são razoáveis para o nosso clube. O Vitória sofreu muito este ano. Não estamos falando de um Vitória arrasado, o Vitória continua grande, forte. Houve muitos equívocos na área de contratação, mas eu não gostaria de fazer isso de terra arrasada para amanhã eu chegar e dizer que não consegui fazer as coisas. Isso é meio que uma desculpa antecipada. Eu recebi o Vitória na segunda divisão, tem coisa pior? Por isso que eu digo que o candidato a presidente de hoje não é muito diferente do presidente de ontem. Vamos dar continuidade ao trabalho e, se as condições não forem favoráveis, temos o dever de criar essas condições.

C: Nas últimas reuniões do Conselho Deliberativo, falou-se em um gasto extraordinário no futebol na ordem de R$ 30 milhões e um descumprimento do orçamento de quase R$ 10 milhões. Como o senhor acha que encontrará os cofres do clube? RV: Eu me assustei um pouco com isso. Não gosto de ficar falando, mas nós deixamos dinheiro em caixa, deixamos 20 e tantos milhões, a venda do Marinho, a venda do Marcelo por R$ 5 milhões ou R$ 6 milhões, o empréstimo do Ramon... Plantamos alicerces e agora temos que começar meio que do zero. Mas nós não podemos olhar problemas herdados como justificativa para não fazer nada. Quem não tem coragem de enfrentar dificuldade não tem o direito de ter esperança em bons resultados. Vamos ter que nos virar para equilibrar as finanças, fazer mais com menos e recuperar o tempo perdido. Eleito presidente, eu levarei eventuais discordâncias com o orçamento apresentado para retificação e ajustes pelo Conselho Deliberativo.

C: Como o senhor pretende gerir a base do Vitória?  RV: A nossa base para nós é obsessão. Qualquer clube de futebol que propuser sair da mediocridade, que quiser se manter grande, tem que ter três coisas: uma arena, uma grande divisão de base e uma grande estrutura de marketing para valorizar e prestigiar a nossa marca. A nossa divisão de base vai ajudar a baratear o grupo de profissionais. Se você tem em um grupo de 35 atletas, 30% a 40% da base, com o custo reduzido, você pode nas outras contratações harmonizar os seus custos. E com esse valioso patrimônio, você pode fechar a conta, vender um atleta e fazer o planejamento para o próximo ano. 

Vamos aplicar na base, com todo cuidado, tudo aquilo que nós pensamos para o futebol profissional. Por exemplo, se o futebol profissional é de retranca, essa retranca será observada no sub-15, no sub-17, no sub-20. Vamos criar uma metodologia total de tal forma que, quando um jogador do sub-15 chegue ao sub-17, ele não sinta nada. Da mesma forma o jogador do sub-20 quando for para o banco do Vitória, não vai fazer pirulito. O Vitória tem que ter um perfil. Outra coisa: a finalidade da nossa base será abastecer o time profissional, revelar valores.

C: Qual o seu projeto para o Barradão? Pretende seguir a ideia de criar uma arena no local? RV: Foi na nossa gestão que nasceu o projeto de elaboração de uma arena no Barradão. Dá para adiantar, vamos complementar os registros do projeto e levar para o mercado. Se tiver dinheiro, vamos levar para o Conselho Deliberativo, para uma assembleia geral, para saber se aprova ou não. Não é o Vitória que vai bancar. O grande custo de uma arena está na cobertura e já temos o básico. Vamos levar para o mercado local, ou internacional, e o investidor vai dizer se vai colocar dinheiro ou não. Vamos fazer uma parceria e dizer qual o retorno. E para viabilizar uma arena é preciso dar condições de acessibilidade. Olha a via Barradão aí. Se vai dar tempo de implantar ou não, não sei. Mas não vai ficar na gaveta.

C: Qual o seu projeto para melhorar o Sou Mais Vitória, que tem registrado poucos associados? RV: Eu recebi o Vitória com dois mil e poucos pagantes e deixei com 11 mil e poucos. Entendo que o Sou Mais Vitória tem um pecado. Nós tiramos o gerenciamento do sistema de uma empresa do Paraná, trouxemos para nós. O nosso sonho era ver o Vitória fazer uma eleição com 30 mil, 40 mil sócios. Eu pretendo voltar a esse assunto requalificando o cartão Sou Mais Vitória de tal forma que o cartão seja de desconto, de compra. Um clube de benefícios que o torcedor se sinta pago. Temos que desvincular o plano de sócio da bola. Se a bola entra, bom. Mas se não entra, eu já estou ganhando. Teremos cuidados especiais. Eu sou sócio e sei quais são as minhas reclamações, as necessidades.

QUEM É Raimundo Viana Professor de Direito e ex-procurador do estado, Raimundo Viana foi presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) na década de 70. Aos 76 anos, é o único do pleito a ter presidido o Vitória. Assumiu em abril de 2015, após renúncia de Carlos Falcão, e deixou o cargo em dezembro de 2016.  

Áudio

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O CORREIO dá sequência nesta terça-feira (12) à série de entrevistas com os candidatos à presidência do Vitória, em eleição que ocorre na quarta (13). Nesta terça (12), os entrevistados são Raimundo Viana e Tiago Ruas. 

Em texto, os leitores conferem as respostas das perguntas básicas e comuns aos candidatos de forma editada. Em áudio sem cortes, no Bate-Pronto Podcast Especial (ao fim da entrevista escrita), os candidatos respondem também a perguntas específicas e aditivos às perguntas básicas. 

Raimundo Viana Raimundo Viana é o único da eleição de quarta (13) a já ter ocupado o cargo de presidente do Vitória. “Mundico”, como ele é carinhosamente chamado pelos torcedores, quer voltar a comandar o Leão a fim de dar continuidade ao projeto que iniciou em 2015, quando assumiu a gestão na Série B e o devolveu à elite do Brasileirão, permanecendo nela em 2016:CORREIO: Por que o senhor quer ser presidente e quais feitos na sua carreira te credenciam para isso? Raimundo Viana: Na verdade eu não quero ser, eu fui escolhido para ser pelos meus companheiros de arquibancada. Aqueles torcedores que veem eu chegar ao estádio, estacionar o meu carro como qualquer outro torcedor, que entra no estádio pelo mesmo lugar que qualquer outro torcedor entra. O legado está à vista de todos: um Barradão repaginado, os vestiários modernizados, seis campos de treinamento, intervenções seguras e encantadoras na base, no remo. Uma administração centrada em sucesso. Recebemos o clube na segunda divisão, levamos para a primeira, o mantivemos na primeira. Recebemos o clube sem estadual, retomamos a hegemonia, o nosso direito de disputar a Copa do Nordeste, onde nós sempre fomos o maior vencedor. Resgatamos, o que é fundamental, a autoestima do torcedor do Vitória.C: Como o senhor avalia a gestão de Ivã de Almeida? O que manterá e mudará caso seja eleito? RV: Eu não gosto de comentar as coisas que não são razoáveis para o nosso clube. O Vitória sofreu muito este ano. Não estamos falando de um Vitória arrasado, o Vitória continua grande, forte. Houve muitos equívocos na área de contratação, mas eu não gostaria de fazer isso de terra arrasada para amanhã eu chegar e dizer que não consegui fazer as coisas. Isso é meio que uma desculpa antecipada. Eu recebi o Vitória na segunda divisão, tem coisa pior? Por isso que eu digo que o candidato a presidente de hoje não é muito diferente do presidente de ontem. Vamos dar continuidade ao trabalho e, se as condições não forem favoráveis, temos o dever de criar essas condições.

C: Nas últimas reuniões do Conselho Deliberativo, falou-se em um gasto extraordinário no futebol na ordem de R$ 30 milhões e um descumprimento do orçamento de quase R$ 10 milhões. Como o senhor acha que encontrará os cofres do clube? RV: Eu me assustei um pouco com isso. Não gosto de ficar falando, mas nós deixamos dinheiro em caixa, deixamos 20 e tantos milhões, a venda do Marinho, a venda do Marcelo por R$ 5 milhões ou R$ 6 milhões, o empréstimo do Ramon... Plantamos alicerces e agora temos que começar meio que do zero. Mas nós não podemos olhar problemas herdados como justificativa para não fazer nada. Quem não tem coragem de enfrentar dificuldade não tem o direito de ter esperança em bons resultados. Vamos ter que nos virar para equilibrar as finanças, fazer mais com menos e recuperar o tempo perdido. Eleito presidente, eu levarei eventuais discordâncias com o orçamento apresentado para retificação e ajustes pelo Conselho Deliberativo.

C: Como o senhor pretende gerir a base do Vitória?  RV: A nossa base para nós é obsessão. Qualquer clube de futebol que propuser sair da mediocridade, que quiser se manter grande, tem que ter três coisas: uma arena, uma grande divisão de base e uma grande estrutura de marketing para valorizar e prestigiar a nossa marca. A nossa divisão de base vai ajudar a baratear o grupo de profissionais. Se você tem em um grupo de 35 atletas, 30% a 40% da base, com o custo reduzido, você pode nas outras contratações harmonizar os seus custos. E com esse valioso patrimônio, você pode fechar a conta, vender um atleta e fazer o planejamento para o próximo ano. 

Vamos aplicar na base, com todo cuidado, tudo aquilo que nós pensamos para o futebol profissional. Por exemplo, se o futebol profissional é de retranca, essa retranca será observada no sub-15, no sub-17, no sub-20. Vamos criar uma metodologia total de tal forma que, quando um jogador do sub-15 chegue ao sub-17, ele não sinta nada. Da mesma forma o jogador do sub-20 quando for para o banco do Vitória, não vai fazer pirulito. O Vitória tem que ter um perfil. Outra coisa: a finalidade da nossa base será abastecer o time profissional, revelar valores.

C: Qual o seu projeto para o Barradão? Pretende seguir a ideia de criar uma arena no local? RV: Foi na nossa gestão que nasceu o projeto de elaboração de uma arena no Barradão. Dá para adiantar, vamos complementar os registros do projeto e levar para o mercado. Se tiver dinheiro, vamos levar para o Conselho Deliberativo, para uma assembleia geral, para saber se aprova ou não. Não é o Vitória que vai bancar. O grande custo de uma arena está na cobertura e já temos o básico. Vamos levar para o mercado local, ou internacional, e o investidor vai dizer se vai colocar dinheiro ou não. Vamos fazer uma parceria e dizer qual o retorno. E para viabilizar uma arena é preciso dar condições de acessibilidade. Olha a via Barradão aí. Se vai dar tempo de implantar ou não, não sei. Mas não vai ficar na gaveta.

C: Qual o seu projeto para melhorar o Sou Mais Vitória, que tem registrado poucos associados? RV: Eu recebi o Vitória com dois mil e poucos pagantes e deixei com 11 mil e poucos. Entendo que o Sou Mais Vitória tem um pecado. Nós tiramos o gerenciamento do sistema de uma empresa do Paraná, trouxemos para nós. O nosso sonho era ver o Vitória fazer uma eleição com 30 mil, 40 mil sócios. Eu pretendo voltar a esse assunto requalificando o cartão Sou Mais Vitória de tal forma que o cartão seja de desconto, de compra. Um clube de benefícios que o torcedor se sinta pago. Temos que desvincular o plano de sócio da bola. Se a bola entra, bom. Mas se não entra, eu já estou ganhando. Teremos cuidados especiais. Eu sou sócio e sei quais são as minhas reclamações, as necessidades.

QUEM É Raimundo Viana Professor de Direito e ex-procurador do estado, Raimundo Viana foi presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) na década de 70. Aos 76 anos, é o único do pleito a ter presidido o Vitória. Assumiu em abril de 2015, após renúncia de Carlos Falcão, e deixou o cargo em dezembro de 2016.  

Áudio

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O CORREIO dá sequência nesta terça-feira (12) à série de entrevistas com os candidatos à presidência do Vitória, em eleição que ocorre na quarta (13). Nesta terça (12), os entrevistados são Raimundo Viana e Tiago Ruas. 

Em texto, os leitores conferem as respostas das perguntas básicas e comuns aos candidatos de forma editada. Em áudio sem cortes, no Bate-Pronto Podcast Especial (ao fim da entrevista escrita), os candidatos respondem também a perguntas específicas e aditivos às perguntas básicas. 

Raimundo Viana Raimundo Viana é o único da eleição de quarta (13) a já ter ocupado o cargo de presidente do Vitória. “Mundico”, como ele é carinhosamente chamado pelos torcedores, quer voltar a comandar o Leão a fim de dar continuidade ao projeto que iniciou em 2015, quando assumiu a gestão na Série B e o devolveu à elite do Brasileirão, permanecendo nela em 2016:CORREIO: Por que o senhor quer ser presidente e quais feitos na sua carreira te credenciam para isso? Raimundo Viana: Na verdade eu não quero ser, eu fui escolhido para ser pelos meus companheiros de arquibancada. Aqueles torcedores que veem eu chegar ao estádio, estacionar o meu carro como qualquer outro torcedor, que entra no estádio pelo mesmo lugar que qualquer outro torcedor entra. O legado está à vista de todos: um Barradão repaginado, os vestiários modernizados, seis campos de treinamento, intervenções seguras e encantadoras na base, no remo. Uma administração centrada em sucesso. Recebemos o clube na segunda divisão, levamos para a primeira, o mantivemos na primeira. Recebemos o clube sem estadual, retomamos a hegemonia, o nosso direito de disputar a Copa do Nordeste, onde nós sempre fomos o maior vencedor. Resgatamos, o que é fundamental, a autoestima do torcedor do Vitória.C: Como o senhor avalia a gestão de Ivã de Almeida? O que manterá e mudará caso seja eleito? RV: Eu não gosto de comentar as coisas que não são razoáveis para o nosso clube. O Vitória sofreu muito este ano. Não estamos falando de um Vitória arrasado, o Vitória continua grande, forte. Houve muitos equívocos na área de contratação, mas eu não gostaria de fazer isso de terra arrasada para amanhã eu chegar e dizer que não consegui fazer as coisas. Isso é meio que uma desculpa antecipada. Eu recebi o Vitória na segunda divisão, tem coisa pior? Por isso que eu digo que o candidato a presidente de hoje não é muito diferente do presidente de ontem. Vamos dar continuidade ao trabalho e, se as condições não forem favoráveis, temos o dever de criar essas condições.

C: Nas últimas reuniões do Conselho Deliberativo, falou-se em um gasto extraordinário no futebol na ordem de R$ 30 milhões e um descumprimento do orçamento de quase R$ 10 milhões. Como o senhor acha que encontrará os cofres do clube? RV: Eu me assustei um pouco com isso. Não gosto de ficar falando, mas nós deixamos dinheiro em caixa, deixamos 20 e tantos milhões, a venda do Marinho, a venda do Marcelo por R$ 5 milhões ou R$ 6 milhões, o empréstimo do Ramon... Plantamos alicerces e agora temos que começar meio que do zero. Mas nós não podemos olhar problemas herdados como justificativa para não fazer nada. Quem não tem coragem de enfrentar dificuldade não tem o direito de ter esperança em bons resultados. Vamos ter que nos virar para equilibrar as finanças, fazer mais com menos e recuperar o tempo perdido. Eleito presidente, eu levarei eventuais discordâncias com o orçamento apresentado para retificação e ajustes pelo Conselho Deliberativo.

C: Como o senhor pretende gerir a base do Vitória?  RV: A nossa base para nós é obsessão. Qualquer clube de futebol que propuser sair da mediocridade, que quiser se manter grande, tem que ter três coisas: uma arena, uma grande divisão de base e uma grande estrutura de marketing para valorizar e prestigiar a nossa marca. A nossa divisão de base vai ajudar a baratear o grupo de profissionais. Se você tem em um grupo de 35 atletas, 30% a 40% da base, com o custo reduzido, você pode nas outras contratações harmonizar os seus custos. E com esse valioso patrimônio, você pode fechar a conta, vender um atleta e fazer o planejamento para o próximo ano. 

Vamos aplicar na base, com todo cuidado, tudo aquilo que nós pensamos para o futebol profissional. Por exemplo, se o futebol profissional é de retranca, essa retranca será observada no sub-15, no sub-17, no sub-20. Vamos criar uma metodologia total de tal forma que, quando um jogador do sub-15 chegue ao sub-17, ele não sinta nada. Da mesma forma o jogador do sub-20 quando for para o banco do Vitória, não vai fazer pirulito. O Vitória tem que ter um perfil. Outra coisa: a finalidade da nossa base será abastecer o time profissional, revelar valores.

C: Qual o seu projeto para o Barradão? Pretende seguir a ideia de criar uma arena no local? RV: Foi na nossa gestão que nasceu o projeto de elaboração de uma arena no Barradão. Dá para adiantar, vamos complementar os registros do projeto e levar para o mercado. Se tiver dinheiro, vamos levar para o Conselho Deliberativo, para uma assembleia geral, para saber se aprova ou não. Não é o Vitória que vai bancar. O grande custo de uma arena está na cobertura e já temos o básico. Vamos levar para o mercado local, ou internacional, e o investidor vai dizer se vai colocar dinheiro ou não. Vamos fazer uma parceria e dizer qual o retorno. E para viabilizar uma arena é preciso dar condições de acessibilidade. Olha a via Barradão aí. Se vai dar tempo de implantar ou não, não sei. Mas não vai ficar na gaveta.

C: Qual o seu projeto para melhorar o Sou Mais Vitória, que tem registrado poucos associados? RV: Eu recebi o Vitória com dois mil e poucos pagantes e deixei com 11 mil e poucos. Entendo que o Sou Mais Vitória tem um pecado. Nós tiramos o gerenciamento do sistema de uma empresa do Paraná, trouxemos para nós. O nosso sonho era ver o Vitória fazer uma eleição com 30 mil, 40 mil sócios. Eu pretendo voltar a esse assunto requalificando o cartão Sou Mais Vitória de tal forma que o cartão seja de desconto, de compra. Um clube de benefícios que o torcedor se sinta pago. Temos que desvincular o plano de sócio da bola. Se a bola entra, bom. Mas se não entra, eu já estou ganhando. Teremos cuidados especiais. Eu sou sócio e sei quais são as minhas reclamações, as necessidades.

QUEM É Raimundo Viana Professor de Direito e ex-procurador do estado, Raimundo Viana foi presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) na década de 70. Aos 76 anos, é o único do pleito a ter presidido o Vitória. Assumiu em abril de 2015, após renúncia de Carlos Falcão, e deixou o cargo em dezembro de 2016.  

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O CORREIO dá sequência nesta terça-feira (12) à série de entrevistas com os candidatos à presidência do Vitória, em eleição que ocorre na quarta (13). Nesta terça (12), os entrevistados são Raimundo Viana e Tiago Ruas. 

Em texto, os leitores conferem as respostas das perguntas básicas e comuns aos candidatos de forma editada. Em áudio sem cortes, no Bate-Pronto Podcast Especial (ao fim da entrevista escrita), os candidatos respondem também a perguntas específicas e aditivos às perguntas básicas. 

Raimundo Viana Raimundo Viana é o único da eleição de quarta (13) a já ter ocupado o cargo de presidente do Vitória. “Mundico”, como ele é carinhosamente chamado pelos torcedores, quer voltar a comandar o Leão a fim de dar continuidade ao projeto que iniciou em 2015, quando assumiu a gestão na Série B e o devolveu à elite do Brasileirão, permanecendo nela em 2016:CORREIO: Por que o senhor quer ser presidente e quais feitos na sua carreira te credenciam para isso? Raimundo Viana: Na verdade eu não quero ser, eu fui escolhido para ser pelos meus companheiros de arquibancada. Aqueles torcedores que veem eu chegar ao estádio, estacionar o meu carro como qualquer outro torcedor, que entra no estádio pelo mesmo lugar que qualquer outro torcedor entra. O legado está à vista de todos: um Barradão repaginado, os vestiários modernizados, seis campos de treinamento, intervenções seguras e encantadoras na base, no remo. Uma administração centrada em sucesso. Recebemos o clube na segunda divisão, levamos para a primeira, o mantivemos na primeira. Recebemos o clube sem estadual, retomamos a hegemonia, o nosso direito de disputar a Copa do Nordeste, onde nós sempre fomos o maior vencedor. Resgatamos, o que é fundamental, a autoestima do torcedor do Vitória.C: Como o senhor avalia a gestão de Ivã de Almeida? O que manterá e mudará caso seja eleito? RV: Eu não gosto de comentar as coisas que não são razoáveis para o nosso clube. O Vitória sofreu muito este ano. Não estamos falando de um Vitória arrasado, o Vitória continua grande, forte. Houve muitos equívocos na área de contratação, mas eu não gostaria de fazer isso de terra arrasada para amanhã eu chegar e dizer que não consegui fazer as coisas. Isso é meio que uma desculpa antecipada. Eu recebi o Vitória na segunda divisão, tem coisa pior? Por isso que eu digo que o candidato a presidente de hoje não é muito diferente do presidente de ontem. Vamos dar continuidade ao trabalho e, se as condições não forem favoráveis, temos o dever de criar essas condições.

C: Nas últimas reuniões do Conselho Deliberativo, falou-se em um gasto extraordinário no futebol na ordem de R$ 30 milhões e um descumprimento do orçamento de quase R$ 10 milhões. Como o senhor acha que encontrará os cofres do clube? RV: Eu me assustei um pouco com isso. Não gosto de ficar falando, mas nós deixamos dinheiro em caixa, deixamos 20 e tantos milhões, a venda do Marinho, a venda do Marcelo por R$ 5 milhões ou R$ 6 milhões, o empréstimo do Ramon... Plantamos alicerces e agora temos que começar meio que do zero. Mas nós não podemos olhar problemas herdados como justificativa para não fazer nada. Quem não tem coragem de enfrentar dificuldade não tem o direito de ter esperança em bons resultados. Vamos ter que nos virar para equilibrar as finanças, fazer mais com menos e recuperar o tempo perdido. Eleito presidente, eu levarei eventuais discordâncias com o orçamento apresentado para retificação e ajustes pelo Conselho Deliberativo.

C: Como o senhor pretende gerir a base do Vitória?  RV: A nossa base para nós é obsessão. Qualquer clube de futebol que propuser sair da mediocridade, que quiser se manter grande, tem que ter três coisas: uma arena, uma grande divisão de base e uma grande estrutura de marketing para valorizar e prestigiar a nossa marca. A nossa divisão de base vai ajudar a baratear o grupo de profissionais. Se você tem em um grupo de 35 atletas, 30% a 40% da base, com o custo reduzido, você pode nas outras contratações harmonizar os seus custos. E com esse valioso patrimônio, você pode fechar a conta, vender um atleta e fazer o planejamento para o próximo ano. 

Vamos aplicar na base, com todo cuidado, tudo aquilo que nós pensamos para o futebol profissional. Por exemplo, se o futebol profissional é de retranca, essa retranca será observada no sub-15, no sub-17, no sub-20. Vamos criar uma metodologia total de tal forma que, quando um jogador do sub-15 chegue ao sub-17, ele não sinta nada. Da mesma forma o jogador do sub-20 quando for para o banco do Vitória, não vai fazer pirulito. O Vitória tem que ter um perfil. Outra coisa: a finalidade da nossa base será abastecer o time profissional, revelar valores.

C: Qual o seu projeto para o Barradão? Pretende seguir a ideia de criar uma arena no local? RV: Foi na nossa gestão que nasceu o projeto de elaboração de uma arena no Barradão. Dá para adiantar, vamos complementar os registros do projeto e levar para o mercado. Se tiver dinheiro, vamos levar para o Conselho Deliberativo, para uma assembleia geral, para saber se aprova ou não. Não é o Vitória que vai bancar. O grande custo de uma arena está na cobertura e já temos o básico. Vamos levar para o mercado local, ou internacional, e o investidor vai dizer se vai colocar dinheiro ou não. Vamos fazer uma parceria e dizer qual o retorno. E para viabilizar uma arena é preciso dar condições de acessibilidade. Olha a via Barradão aí. Se vai dar tempo de implantar ou não, não sei. Mas não vai ficar na gaveta.

C: Qual o seu projeto para melhorar o Sou Mais Vitória, que tem registrado poucos associados? RV: Eu recebi o Vitória com dois mil e poucos pagantes e deixei com 11 mil e poucos. Entendo que o Sou Mais Vitória tem um pecado. Nós tiramos o gerenciamento do sistema de uma empresa do Paraná, trouxemos para nós. O nosso sonho era ver o Vitória fazer uma eleição com 30 mil, 40 mil sócios. Eu pretendo voltar a esse assunto requalificando o cartão Sou Mais Vitória de tal forma que o cartão seja de desconto, de compra. Um clube de benefícios que o torcedor se sinta pago. Temos que desvincular o plano de sócio da bola. Se a bola entra, bom. Mas se não entra, eu já estou ganhando. Teremos cuidados especiais. Eu sou sócio e sei quais são as minhas reclamações, as necessidades.

QUEM É Raimundo Viana Professor de Direito e ex-procurador do estado, Raimundo Viana foi presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) na década de 70. Aos 76 anos, é o único do pleito a ter presidido o Vitória. Assumiu em abril de 2015, após renúncia de Carlos Falcão, e deixou o cargo em dezembro de 2016.  

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Raimundo Viana Raimundo Viana é o único da eleição de quarta (13) a já ter ocupado o cargo de presidente do Vitória. “Mundico”, como ele é carinhosamente chamado pelos torcedores, quer voltar a comandar o Leão a fim de dar continuidade ao projeto que iniciou em 2015, quando assumiu a gestão na Série B e o devolveu à elite do Brasileirão, permanecendo nela em 2016:CORREIO: Por que o senhor quer ser presidente e quais feitos na sua carreira te credenciam para isso? Raimundo Viana: Na verdade eu não quero ser, eu fui escolhido para ser pelos meus companheiros de arquibancada. Aqueles torcedores que veem eu chegar ao estádio, estacionar o meu carro como qualquer outro torcedor, que entra no estádio pelo mesmo lugar que qualquer outro torcedor entra. O legado está à vista de todos: um Barradão repaginado, os vestiários modernizados, seis campos de treinamento, intervenções seguras e encantadoras na base, no remo. Uma administração centrada em sucesso. Recebemos o clube na segunda divisão, levamos para a primeira, o mantivemos na primeira. Recebemos o clube sem estadual, retomamos a hegemonia, o nosso direito de disputar a Copa do Nordeste, onde nós sempre fomos o maior vencedor. Resgatamos, o que é fundamental, a autoestima do torcedor do Vitória.C: Como o senhor avalia a gestão de Ivã de Almeida? O que manterá e mudará caso seja eleito? RV: Eu não gosto de comentar as coisas que não são razoáveis para o nosso clube. O Vitória sofreu muito este ano. Não estamos falando de um Vitória arrasado, o Vitória continua grande, forte. Houve muitos equívocos na área de contratação, mas eu não gostaria de fazer isso de terra arrasada para amanhã eu chegar e dizer que não consegui fazer as coisas. Isso é meio que uma desculpa antecipada. Eu recebi o Vitória na segunda divisão, tem coisa pior? Por isso que eu digo que o candidato a presidente de hoje não é muito diferente do presidente de ontem. Vamos dar continuidade ao trabalho e, se as condições não forem favoráveis, temos o dever de criar essas condições.

C: Nas últimas reuniões do Conselho Deliberativo, falou-se em um gasto extraordinário no futebol na ordem de R$ 30 milhões e um descumprimento do orçamento de quase R$ 10 milhões. Como o senhor acha que encontrará os cofres do clube? RV: Eu me assustei um pouco com isso. Não gosto de ficar falando, mas nós deixamos dinheiro em caixa, deixamos 20 e tantos milhões, a venda do Marinho, a venda do Marcelo por R$ 5 milhões ou R$ 6 milhões, o empréstimo do Ramon... Plantamos alicerces e agora temos que começar meio que do zero. Mas nós não podemos olhar problemas herdados como justificativa para não fazer nada. Quem não tem coragem de enfrentar dificuldade não tem o direito de ter esperança em bons resultados. Vamos ter que nos virar para equilibrar as finanças, fazer mais com menos e recuperar o tempo perdido. Eleito presidente, eu levarei eventuais discordâncias com o orçamento apresentado para retificação e ajustes pelo Conselho Deliberativo.

C: Como o senhor pretende gerir a base do Vitória?  RV: A nossa base para nós é obsessão. Qualquer clube de futebol que propuser sair da mediocridade, que quiser se manter grande, tem que ter três coisas: uma arena, uma grande divisão de base e uma grande estrutura de marketing para valorizar e prestigiar a nossa marca. A nossa divisão de base vai ajudar a baratear o grupo de profissionais. Se você tem em um grupo de 35 atletas, 30% a 40% da base, com o custo reduzido, você pode nas outras contratações harmonizar os seus custos. E com esse valioso patrimônio, você pode fechar a conta, vender um atleta e fazer o planejamento para o próximo ano. 

Vamos aplicar na base, com todo cuidado, tudo aquilo que nós pensamos para o futebol profissional. Por exemplo, se o futebol profissional é de retranca, essa retranca será observada no sub-15, no sub-17, no sub-20. Vamos criar uma metodologia total de tal forma que, quando um jogador do sub-15 chegue ao sub-17, ele não sinta nada. Da mesma forma o jogador do sub-20 quando for para o banco do Vitória, não vai fazer pirulito. O Vitória tem que ter um perfil. Outra coisa: a finalidade da nossa base será abastecer o time profissional, revelar valores.

C: Qual o seu projeto para o Barradão? Pretende seguir a ideia de criar uma arena no local? RV: Foi na nossa gestão que nasceu o projeto de elaboração de uma arena no Barradão. Dá para adiantar, vamos complementar os registros do projeto e levar para o mercado. Se tiver dinheiro, vamos levar para o Conselho Deliberativo, para uma assembleia geral, para saber se aprova ou não. Não é o Vitória que vai bancar. O grande custo de uma arena está na cobertura e já temos o básico. Vamos levar para o mercado local, ou internacional, e o investidor vai dizer se vai colocar dinheiro ou não. Vamos fazer uma parceria e dizer qual o retorno. E para viabilizar uma arena é preciso dar condições de acessibilidade. Olha a via Barradão aí. Se vai dar tempo de implantar ou não, não sei. Mas não vai ficar na gaveta.

C: Qual o seu projeto para melhorar o Sou Mais Vitória, que tem registrado poucos associados? RV: Eu recebi o Vitória com dois mil e poucos pagantes e deixei com 11 mil e poucos. Entendo que o Sou Mais Vitória tem um pecado. Nós tiramos o gerenciamento do sistema de uma empresa do Paraná, trouxemos para nós. O nosso sonho era ver o Vitória fazer uma eleição com 30 mil, 40 mil sócios. Eu pretendo voltar a esse assunto requalificando o cartão Sou Mais Vitória de tal forma que o cartão seja de desconto, de compra. Um clube de benefícios que o torcedor se sinta pago. Temos que desvincular o plano de sócio da bola. Se a bola entra, bom. Mas se não entra, eu já estou ganhando. Teremos cuidados especiais. Eu sou sócio e sei quais são as minhas reclamações, as necessidades.

QUEM É Raimundo Viana Professor de Direito e ex-procurador do estado, Raimundo Viana foi presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) na década de 70. Aos 76 anos, é o único do pleito a ter presidido o Vitória. Assumiu em abril de 2015, após renúncia de Carlos Falcão, e deixou o cargo em dezembro de 2016.  

Áudio

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O CORREIO dá sequência nesta terça-feira (12) à série de entrevistas com os candidatos à presidência do Vitória, em eleição que ocorre na quarta (13). Nesta terça (12), os entrevistados são Raimundo Viana e Tiago Ruas. 

Em texto, os leitores conferem as respostas das perguntas básicas e comuns aos candidatos de forma editada. Em áudio sem cortes, no Bate-Pronto Podcast Especial (ao fim da entrevista escrita), os candidatos respondem também a perguntas específicas e aditivos às perguntas básicas. 

Raimundo Viana Raimundo Viana é o único da eleição de quarta (13) a já ter ocupado o cargo de presidente do Vitória. “Mundico”, como ele é carinhosamente chamado pelos torcedores, quer voltar a comandar o Leão a fim de dar continuidade ao projeto que iniciou em 2015, quando assumiu a gestão na Série B e o devolveu à elite do Brasileirão, permanecendo nela em 2016:CORREIO: Por que o senhor quer ser presidente e quais feitos na sua carreira te credenciam para isso? Raimundo Viana: Na verdade eu não quero ser, eu fui escolhido para ser pelos meus companheiros de arquibancada. Aqueles torcedores que veem eu chegar ao estádio, estacionar o meu carro como qualquer outro torcedor, que entra no estádio pelo mesmo lugar que qualquer outro torcedor entra. O legado está à vista de todos: um Barradão repaginado, os vestiários modernizados, seis campos de treinamento, intervenções seguras e encantadoras na base, no remo. Uma administração centrada em sucesso. Recebemos o clube na segunda divisão, levamos para a primeira, o mantivemos na primeira. Recebemos o clube sem estadual, retomamos a hegemonia, o nosso direito de disputar a Copa do Nordeste, onde nós sempre fomos o maior vencedor. Resgatamos, o que é fundamental, a autoestima do torcedor do Vitória.C: Como o senhor avalia a gestão de Ivã de Almeida? O que manterá e mudará caso seja eleito? RV: Eu não gosto de comentar as coisas que não são razoáveis para o nosso clube. O Vitória sofreu muito este ano. Não estamos falando de um Vitória arrasado, o Vitória continua grande, forte. Houve muitos equívocos na área de contratação, mas eu não gostaria de fazer isso de terra arrasada para amanhã eu chegar e dizer que não consegui fazer as coisas. Isso é meio que uma desculpa antecipada. Eu recebi o Vitória na segunda divisão, tem coisa pior? Por isso que eu digo que o candidato a presidente de hoje não é muito diferente do presidente de ontem. Vamos dar continuidade ao trabalho e, se as condições não forem favoráveis, temos o dever de criar essas condições.

C: Nas últimas reuniões do Conselho Deliberativo, falou-se em um gasto extraordinário no futebol na ordem de R$ 30 milhões e um descumprimento do orçamento de quase R$ 10 milhões. Como o senhor acha que encontrará os cofres do clube? RV: Eu me assustei um pouco com isso. Não gosto de ficar falando, mas nós deixamos dinheiro em caixa, deixamos 20 e tantos milhões, a venda do Marinho, a venda do Marcelo por R$ 5 milhões ou R$ 6 milhões, o empréstimo do Ramon... Plantamos alicerces e agora temos que começar meio que do zero. Mas nós não podemos olhar problemas herdados como justificativa para não fazer nada. Quem não tem coragem de enfrentar dificuldade não tem o direito de ter esperança em bons resultados. Vamos ter que nos virar para equilibrar as finanças, fazer mais com menos e recuperar o tempo perdido. Eleito presidente, eu levarei eventuais discordâncias com o orçamento apresentado para retificação e ajustes pelo Conselho Deliberativo.

C: Como o senhor pretende gerir a base do Vitória?  RV: A nossa base para nós é obsessão. Qualquer clube de futebol que propuser sair da mediocridade, que quiser se manter grande, tem que ter três coisas: uma arena, uma grande divisão de base e uma grande estrutura de marketing para valorizar e prestigiar a nossa marca. A nossa divisão de base vai ajudar a baratear o grupo de profissionais. Se você tem em um grupo de 35 atletas, 30% a 40% da base, com o custo reduzido, você pode nas outras contratações harmonizar os seus custos. E com esse valioso patrimônio, você pode fechar a conta, vender um atleta e fazer o planejamento para o próximo ano. 

Vamos aplicar na base, com todo cuidado, tudo aquilo que nós pensamos para o futebol profissional. Por exemplo, se o futebol profissional é de retranca, essa retranca será observada no sub-15, no sub-17, no sub-20. Vamos criar uma metodologia total de tal forma que, quando um jogador do sub-15 chegue ao sub-17, ele não sinta nada. Da mesma forma o jogador do sub-20 quando for para o banco do Vitória, não vai fazer pirulito. O Vitória tem que ter um perfil. Outra coisa: a finalidade da nossa base será abastecer o time profissional, revelar valores.

C: Qual o seu projeto para o Barradão? Pretende seguir a ideia de criar uma arena no local? RV: Foi na nossa gestão que nasceu o projeto de elaboração de uma arena no Barradão. Dá para adiantar, vamos complementar os registros do projeto e levar para o mercado. Se tiver dinheiro, vamos levar para o Conselho Deliberativo, para uma assembleia geral, para saber se aprova ou não. Não é o Vitória que vai bancar. O grande custo de uma arena está na cobertura e já temos o básico. Vamos levar para o mercado local, ou internacional, e o investidor vai dizer se vai colocar dinheiro ou não. Vamos fazer uma parceria e dizer qual o retorno. E para viabilizar uma arena é preciso dar condições de acessibilidade. Olha a via Barradão aí. Se vai dar tempo de implantar ou não, não sei. Mas não vai ficar na gaveta.

C: Qual o seu projeto para melhorar o Sou Mais Vitória, que tem registrado poucos associados? RV: Eu recebi o Vitória com dois mil e poucos pagantes e deixei com 11 mil e poucos. Entendo que o Sou Mais Vitória tem um pecado. Nós tiramos o gerenciamento do sistema de uma empresa do Paraná, trouxemos para nós. O nosso sonho era ver o Vitória fazer uma eleição com 30 mil, 40 mil sócios. Eu pretendo voltar a esse assunto requalificando o cartão Sou Mais Vitória de tal forma que o cartão seja de desconto, de compra. Um clube de benefícios que o torcedor se sinta pago. Temos que desvincular o plano de sócio da bola. Se a bola entra, bom. Mas se não entra, eu já estou ganhando. Teremos cuidados especiais. Eu sou sócio e sei quais são as minhas reclamações, as necessidades.

QUEM É Raimundo Viana Professor de Direito e ex-procurador do estado, Raimundo Viana foi presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) na década de 70. Aos 76 anos, é o único do pleito a ter presidido o Vitória. Assumiu em abril de 2015, após renúncia de Carlos Falcão, e deixou o cargo em dezembro de 2016.  

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O CORREIO dá sequência nesta terça-feira (12) à série de entrevistas com os candidatos à presidência do Vitória, em eleição que ocorre na quarta (13). Nesta terça (12), os entrevistados são Raimundo Viana e Tiago Ruas. 

Em texto, os leitores conferem as respostas das perguntas básicas e comuns aos candidatos de forma editada. Em áudio sem cortes, no Bate-Pronto Podcast Especial (ao fim da entrevista escrita), os candidatos respondem também a perguntas específicas e aditivos às perguntas básicas. 

Raimundo Viana Raimundo Viana é o único da eleição de quarta (13) a já ter ocupado o cargo de presidente do Vitória. “Mundico”, como ele é carinhosamente chamado pelos torcedores, quer voltar a comandar o Leão a fim de dar continuidade ao projeto que iniciou em 2015, quando assumiu a gestão na Série B e o devolveu à elite do Brasileirão, permanecendo nela em 2016:CORREIO: Por que o senhor quer ser presidente e quais feitos na sua carreira te credenciam para isso? Raimundo Viana: Na verdade eu não quero ser, eu fui escolhido para ser pelos meus companheiros de arquibancada. Aqueles torcedores que veem eu chegar ao estádio, estacionar o meu carro como qualquer outro torcedor, que entra no estádio pelo mesmo lugar que qualquer outro torcedor entra. O legado está à vista de todos: um Barradão repaginado, os vestiários modernizados, seis campos de treinamento, intervenções seguras e encantadoras na base, no remo. Uma administração centrada em sucesso. Recebemos o clube na segunda divisão, levamos para a primeira, o mantivemos na primeira. Recebemos o clube sem estadual, retomamos a hegemonia, o nosso direito de disputar a Copa do Nordeste, onde nós sempre fomos o maior vencedor. Resgatamos, o que é fundamental, a autoestima do torcedor do Vitória.C: Como o senhor avalia a gestão de Ivã de Almeida? O que manterá e mudará caso seja eleito? RV: Eu não gosto de comentar as coisas que não são razoáveis para o nosso clube. O Vitória sofreu muito este ano. Não estamos falando de um Vitória arrasado, o Vitória continua grande, forte. Houve muitos equívocos na área de contratação, mas eu não gostaria de fazer isso de terra arrasada para amanhã eu chegar e dizer que não consegui fazer as coisas. Isso é meio que uma desculpa antecipada. Eu recebi o Vitória na segunda divisão, tem coisa pior? Por isso que eu digo que o candidato a presidente de hoje não é muito diferente do presidente de ontem. Vamos dar continuidade ao trabalho e, se as condições não forem favoráveis, temos o dever de criar essas condições.

C: Nas últimas reuniões do Conselho Deliberativo, falou-se em um gasto extraordinário no futebol na ordem de R$ 30 milhões e um descumprimento do orçamento de quase R$ 10 milhões. Como o senhor acha que encontrará os cofres do clube? RV: Eu me assustei um pouco com isso. Não gosto de ficar falando, mas nós deixamos dinheiro em caixa, deixamos 20 e tantos milhões, a venda do Marinho, a venda do Marcelo por R$ 5 milhões ou R$ 6 milhões, o empréstimo do Ramon... Plantamos alicerces e agora temos que começar meio que do zero. Mas nós não podemos olhar problemas herdados como justificativa para não fazer nada. Quem não tem coragem de enfrentar dificuldade não tem o direito de ter esperança em bons resultados. Vamos ter que nos virar para equilibrar as finanças, fazer mais com menos e recuperar o tempo perdido. Eleito presidente, eu levarei eventuais discordâncias com o orçamento apresentado para retificação e ajustes pelo Conselho Deliberativo.

C: Como o senhor pretende gerir a base do Vitória?  RV: A nossa base para nós é obsessão. Qualquer clube de futebol que propuser sair da mediocridade, que quiser se manter grande, tem que ter três coisas: uma arena, uma grande divisão de base e uma grande estrutura de marketing para valorizar e prestigiar a nossa marca. A nossa divisão de base vai ajudar a baratear o grupo de profissionais. Se você tem em um grupo de 35 atletas, 30% a 40% da base, com o custo reduzido, você pode nas outras contratações harmonizar os seus custos. E com esse valioso patrimônio, você pode fechar a conta, vender um atleta e fazer o planejamento para o próximo ano. 

Vamos aplicar na base, com todo cuidado, tudo aquilo que nós pensamos para o futebol profissional. Por exemplo, se o futebol profissional é de retranca, essa retranca será observada no sub-15, no sub-17, no sub-20. Vamos criar uma metodologia total de tal forma que, quando um jogador do sub-15 chegue ao sub-17, ele não sinta nada. Da mesma forma o jogador do sub-20 quando for para o banco do Vitória, não vai fazer pirulito. O Vitória tem que ter um perfil. Outra coisa: a finalidade da nossa base será abastecer o time profissional, revelar valores.

C: Qual o seu projeto para o Barradão? Pretende seguir a ideia de criar uma arena no local? RV: Foi na nossa gestão que nasceu o projeto de elaboração de uma arena no Barradão. Dá para adiantar, vamos complementar os registros do projeto e levar para o mercado. Se tiver dinheiro, vamos levar para o Conselho Deliberativo, para uma assembleia geral, para saber se aprova ou não. Não é o Vitória que vai bancar. O grande custo de uma arena está na cobertura e já temos o básico. Vamos levar para o mercado local, ou internacional, e o investidor vai dizer se vai colocar dinheiro ou não. Vamos fazer uma parceria e dizer qual o retorno. E para viabilizar uma arena é preciso dar condições de acessibilidade. Olha a via Barradão aí. Se vai dar tempo de implantar ou não, não sei. Mas não vai ficar na gaveta.

C: Qual o seu projeto para melhorar o Sou Mais Vitória, que tem registrado poucos associados? RV: Eu recebi o Vitória com dois mil e poucos pagantes e deixei com 11 mil e poucos. Entendo que o Sou Mais Vitória tem um pecado. Nós tiramos o gerenciamento do sistema de uma empresa do Paraná, trouxemos para nós. O nosso sonho era ver o Vitória fazer uma eleição com 30 mil, 40 mil sócios. Eu pretendo voltar a esse assunto requalificando o cartão Sou Mais Vitória de tal forma que o cartão seja de desconto, de compra. Um clube de benefícios que o torcedor se sinta pago. Temos que desvincular o plano de sócio da bola. Se a bola entra, bom. Mas se não entra, eu já estou ganhando. Teremos cuidados especiais. Eu sou sócio e sei quais são as minhas reclamações, as necessidades.

QUEM É Raimundo Viana Professor de Direito e ex-procurador do estado, Raimundo Viana foi presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) na década de 70. Aos 76 anos, é o único do pleito a ter presidido o Vitória. Assumiu em abril de 2015, após renúncia de Carlos Falcão, e deixou o cargo em dezembro de 2016.  

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O CORREIO dá sequência nesta terça-feira (12) à série de entrevistas com os candidatos à presidência do Vitória, em eleição que ocorre na quarta (13). Nesta terça (12), os entrevistados são Raimundo Viana e Tiago Ruas. 

Em texto, os leitores conferem as respostas das perguntas básicas e comuns aos candidatos de forma editada. Em áudio sem cortes, no Bate-Pronto Podcast Especial (ao fim da entrevista escrita), os candidatos respondem também a perguntas específicas e aditivos às perguntas básicas. 

Raimundo Viana Raimundo Viana é o único da eleição de quarta (13) a já ter ocupado o cargo de presidente do Vitória. “Mundico”, como ele é carinhosamente chamado pelos torcedores, quer voltar a comandar o Leão a fim de dar continuidade ao projeto que iniciou em 2015, quando assumiu a gestão na Série B e o devolveu à elite do Brasileirão, permanecendo nela em 2016:CORREIO: Por que o senhor quer ser presidente e quais feitos na sua carreira te credenciam para isso? Raimundo Viana: Na verdade eu não quero ser, eu fui escolhido para ser pelos meus companheiros de arquibancada. Aqueles torcedores que veem eu chegar ao estádio, estacionar o meu carro como qualquer outro torcedor, que entra no estádio pelo mesmo lugar que qualquer outro torcedor entra. O legado está à vista de todos: um Barradão repaginado, os vestiários modernizados, seis campos de treinamento, intervenções seguras e encantadoras na base, no remo. Uma administração centrada em sucesso. Recebemos o clube na segunda divisão, levamos para a primeira, o mantivemos na primeira. Recebemos o clube sem estadual, retomamos a hegemonia, o nosso direito de disputar a Copa do Nordeste, onde nós sempre fomos o maior vencedor. Resgatamos, o que é fundamental, a autoestima do torcedor do Vitória.C: Como o senhor avalia a gestão de Ivã de Almeida? O que manterá e mudará caso seja eleito? RV: Eu não gosto de comentar as coisas que não são razoáveis para o nosso clube. O Vitória sofreu muito este ano. Não estamos falando de um Vitória arrasado, o Vitória continua grande, forte. Houve muitos equívocos na área de contratação, mas eu não gostaria de fazer isso de terra arrasada para amanhã eu chegar e dizer que não consegui fazer as coisas. Isso é meio que uma desculpa antecipada. Eu recebi o Vitória na segunda divisão, tem coisa pior? Por isso que eu digo que o candidato a presidente de hoje não é muito diferente do presidente de ontem. Vamos dar continuidade ao trabalho e, se as condições não forem favoráveis, temos o dever de criar essas condições.

C: Nas últimas reuniões do Conselho Deliberativo, falou-se em um gasto extraordinário no futebol na ordem de R$ 30 milhões e um descumprimento do orçamento de quase R$ 10 milhões. Como o senhor acha que encontrará os cofres do clube? RV: Eu me assustei um pouco com isso. Não gosto de ficar falando, mas nós deixamos dinheiro em caixa, deixamos 20 e tantos milhões, a venda do Marinho, a venda do Marcelo por R$ 5 milhões ou R$ 6 milhões, o empréstimo do Ramon... Plantamos alicerces e agora temos que começar meio que do zero. Mas nós não podemos olhar problemas herdados como justificativa para não fazer nada. Quem não tem coragem de enfrentar dificuldade não tem o direito de ter esperança em bons resultados. Vamos ter que nos virar para equilibrar as finanças, fazer mais com menos e recuperar o tempo perdido. Eleito presidente, eu levarei eventuais discordâncias com o orçamento apresentado para retificação e ajustes pelo Conselho Deliberativo.

C: Como o senhor pretende gerir a base do Vitória?  RV: A nossa base para nós é obsessão. Qualquer clube de futebol que propuser sair da mediocridade, que quiser se manter grande, tem que ter três coisas: uma arena, uma grande divisão de base e uma grande estrutura de marketing para valorizar e prestigiar a nossa marca. A nossa divisão de base vai ajudar a baratear o grupo de profissionais. Se você tem em um grupo de 35 atletas, 30% a 40% da base, com o custo reduzido, você pode nas outras contratações harmonizar os seus custos. E com esse valioso patrimônio, você pode fechar a conta, vender um atleta e fazer o planejamento para o próximo ano. 

Vamos aplicar na base, com todo cuidado, tudo aquilo que nós pensamos para o futebol profissional. Por exemplo, se o futebol profissional é de retranca, essa retranca será observada no sub-15, no sub-17, no sub-20. Vamos criar uma metodologia total de tal forma que, quando um jogador do sub-15 chegue ao sub-17, ele não sinta nada. Da mesma forma o jogador do sub-20 quando for para o banco do Vitória, não vai fazer pirulito. O Vitória tem que ter um perfil. Outra coisa: a finalidade da nossa base será abastecer o time profissional, revelar valores.

C: Qual o seu projeto para o Barradão? Pretende seguir a ideia de criar uma arena no local? RV: Foi na nossa gestão que nasceu o projeto de elaboração de uma arena no Barradão. Dá para adiantar, vamos complementar os registros do projeto e levar para o mercado. Se tiver dinheiro, vamos levar para o Conselho Deliberativo, para uma assembleia geral, para saber se aprova ou não. Não é o Vitória que vai bancar. O grande custo de uma arena está na cobertura e já temos o básico. Vamos levar para o mercado local, ou internacional, e o investidor vai dizer se vai colocar dinheiro ou não. Vamos fazer uma parceria e dizer qual o retorno. E para viabilizar uma arena é preciso dar condições de acessibilidade. Olha a via Barradão aí. Se vai dar tempo de implantar ou não, não sei. Mas não vai ficar na gaveta.

C: Qual o seu projeto para melhorar o Sou Mais Vitória, que tem registrado poucos associados? RV: Eu recebi o Vitória com dois mil e poucos pagantes e deixei com 11 mil e poucos. Entendo que o Sou Mais Vitória tem um pecado. Nós tiramos o gerenciamento do sistema de uma empresa do Paraná, trouxemos para nós. O nosso sonho era ver o Vitória fazer uma eleição com 30 mil, 40 mil sócios. Eu pretendo voltar a esse assunto requalificando o cartão Sou Mais Vitória de tal forma que o cartão seja de desconto, de compra. Um clube de benefícios que o torcedor se sinta pago. Temos que desvincular o plano de sócio da bola. Se a bola entra, bom. Mas se não entra, eu já estou ganhando. Teremos cuidados especiais. Eu sou sócio e sei quais são as minhas reclamações, as necessidades.

QUEM É Raimundo Viana Professor de Direito e ex-procurador do estado, Raimundo Viana foi presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) na década de 70. Aos 76 anos, é o único do pleito a ter presidido o Vitória. Assumiu em abril de 2015, após renúncia de Carlos Falcão, e deixou o cargo em dezembro de 2016.  

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Sunday 10 December 2017, 10:58 pm Saiba quem são os 100 conselheiros eleitos no tricolor O torcedor do Bahia conheceu neste sábado (9) os novos presidente e vice ...
O torcedor do Bahia conheceu neste sábado (9) os novos presidente e vice que vão comandar o clube pelos próximos três anos. E para fiscalizar o trabalho que será feito a partir de agora por Guilherme Bellintani e Vitor Ferraz, 100 conselheiros também foram eleitos pelos votos dos sócios. 

A composição do Conselho Deliberativo é definida de acordo com a proporcionalidade dos votos. O percentual de cada chapa representa o número de cadeiras de determinado grupo dentro do órgão. A chapa mais votada foi a Revolução Tricolor, que terá 42 representantes. Todas as nove chapas inscritas, inclusive, terão componentes no Conselho. 

Confira os nomes dos 100 conselheiros eleitos para o triênio 2018-2020: 

Revolução Tricolor (42) - Pedro Henriques Moreira Netto, Carlos Eduardo Guimarães Araujo, Andre Luis De Paula Carneiro, Victor Cerqueira Duarte, Virgínia Marta Silva Mendes, André Machado Telles Da Silva, Marcos Vinícius Dos Santos Dias, Marcelo Jaqueira Beisl Noblat, Caio Fernando Beisl Noblat Costa, Marcio Vilaça Paiva, Gustavo Costa Barauna, Lucas França Brito Da Silva, Abelardo Sampaio Lopes Neto, Durval Luiz Saback Silva Filho, Wellington Roberto Ribeiro Campos, Diogo Vitor Pereira Dias, Marco Aurélio Pires Nobrega Thaim, Carlos Eduardo Bacelar Cerqueira, Rodrigo Lima Costa De Menezes, Marco Antonio Rabelo Da Costa Pinto, Willadesmon Santos Da Silva, Ricardo Aguiar Sapucaia, David Ricardo Fontes Pereira, Rodrigo Neiva Almeida De Farias Dias, Marcos Henrique Santana Lima, Leonardo Dos Santos Dantas, Lucas Araujo De Oliveira, Natanael Fernandes De Souza, Gabriel Barros Evangelista, Ney De Castro Silva, Marcelo Pereira Sant'ana, Rogerio Amaral Souto Gargur Martins, Marcos Paulo Cesar Fontes Moura, Wagner Telles De Oliveira, Moises Roberto Santos Silva, Caio Marcos Botêlho Ferreira, Vinícius Santana Cardoso, Elida Brandão Barreto, Antônio José Ramos Dias, Antônio Ribas Reis, Paulo Cesar Miguez Oliveira e Luciano De Pinna Vieira. 

Independente Tricolor (12) - Alexandre Drummond Jatobá, Henrique Garcia De La Torre, Lucas Di Tullio Gomes Bezerra, Diego Oliveira Tavares Da Cruz, Tiago Eloy Dos Santos, Andrenei Mercês De Sant'Anna, Claudio Verde Ramalho, Nauê Fabiano Bomfim Carvalho, Victor Emanoel Santiago Souza, Paulo Rogerio Britto De Campos, Rogério Cerqueira Silveira e Mateus Freire Machado. 

Simplesmente Bahia (11) - Oldgard Dias De Freitas, Fabio Periandro De Almeida Hirsch, Thiago Dorea Moreira, Alex Novaes Montenegro, Eden Valadares Santos, Jose Roberto Burgos Freire, Carlos Augusto Bastos Mello, Nelson Alves Ribeiro Neto, Ulisses Amancio Pereira Neto, Sergio Oliveira Vilalva Ribeiro e Luis Eduardo De Oliveira Leite. 

100% Bahêa (7) - Eduardo Jose Cardoso Sampaio, Jose Augusto Martins Vicente, Fabio Cesar Da Costa Rocha, Carolina Gama Sampaio, Lucas Maia Costa, Annibal Vianna Sampaio Neto e Paulo César Rio Mattos Filho. 

Mais um, Baêa (7) - Neilan Souza Mendes, Marco Antonio Rocha Costa, Jailson Paranhos Barauna, Otto Vinicius Oliveira Lopes, Serge Euler Magalhaes Souza, Ananias Alvaro Gouveia e Marcos Dvanir Bittencourt Bispo. 

A Voz Do Campeão (7) - Olavo Fonseca Filho, Ruy Guimarães Botelho, André Joazeiro Pinho, Suellyana Martucci, Leandro Pinheiro Andrade, Geraldo Tripodi e Adriano Rapassi Mascarenhas. 

Nova Ordem Tricolor (6) - Moreno De Castro Borba, Ricardo Borges Maracajá Pereira, Leandro Neves Desouza, Luis Alberto Bonfim Sousa Júnior, Abraão De Santana Pires e Igor Lordelo Carneiro

Bahia Clube Do Povo (5) - Hélio Miranda Do Val Junior, Sérgio Ricardo Barbosa Miranda, Marcelo Da Fonseca Queiroz, Marcio Marcilio De Eça Santos e Ronaldo Alves Do Nascimento.

Sou Bahia (3) - Augesir José De Carvalho Filho, Wellington Gouveia Santos e Liane Durão De Carvalho. 

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O torcedor do Bahia conheceu neste sábado (9) os novos presidente e vice que vão comandar o clube pelos próximos três anos. E para fiscalizar o trabalho que será feito a partir de agora por Guilherme Bellintani e Vitor Ferraz, 100 conselheiros também foram eleitos pelos votos dos sócios. 

A composição do Conselho Deliberativo é definida de acordo com a proporcionalidade dos votos. O percentual de cada chapa representa o número de cadeiras de determinado grupo dentro do órgão. A chapa mais votada foi a Revolução Tricolor, que terá 42 representantes. Todas as nove chapas inscritas, inclusive, terão componentes no Conselho. 

Confira os nomes dos 100 conselheiros eleitos para o triênio 2018-2020: 

Revolução Tricolor (42) - Pedro Henriques Moreira Netto, Carlos Eduardo Guimarães Araujo, Andre Luis De Paula Carneiro, Victor Cerqueira Duarte, Virgínia Marta Silva Mendes, André Machado Telles Da Silva, Marcos Vinícius Dos Santos Dias, Marcelo Jaqueira Beisl Noblat, Caio Fernando Beisl Noblat Costa, Marcio Vilaça Paiva, Gustavo Costa Barauna, Lucas França Brito Da Silva, Abelardo Sampaio Lopes Neto, Durval Luiz Saback Silva Filho, Wellington Roberto Ribeiro Campos, Diogo Vitor Pereira Dias, Marco Aurélio Pires Nobrega Thaim, Carlos Eduardo Bacelar Cerqueira, Rodrigo Lima Costa De Menezes, Marco Antonio Rabelo Da Costa Pinto, Willadesmon Santos Da Silva, Ricardo Aguiar Sapucaia, David Ricardo Fontes Pereira, Rodrigo Neiva Almeida De Farias Dias, Marcos Henrique Santana Lima, Leonardo Dos Santos Dantas, Lucas Araujo De Oliveira, Natanael Fernandes De Souza, Gabriel Barros Evangelista, Ney De Castro Silva, Marcelo Pereira Sant'ana, Rogerio Amaral Souto Gargur Martins, Marcos Paulo Cesar Fontes Moura, Wagner Telles De Oliveira, Moises Roberto Santos Silva, Caio Marcos Botêlho Ferreira, Vinícius Santana Cardoso, Elida Brandão Barreto, Antônio José Ramos Dias, Antônio Ribas Reis, Paulo Cesar Miguez Oliveira e Luciano De Pinna Vieira. 

Independente Tricolor (12) - Alexandre Drummond Jatobá, Henrique Garcia De La Torre, Lucas Di Tullio Gomes Bezerra, Diego Oliveira Tavares Da Cruz, Tiago Eloy Dos Santos, Andrenei Mercês De Sant'Anna, Claudio Verde Ramalho, Nauê Fabiano Bomfim Carvalho, Victor Emanoel Santiago Souza, Paulo Rogerio Britto De Campos, Rogério Cerqueira Silveira e Mateus Freire Machado. 

Simplesmente Bahia (11) - Oldgard Dias De Freitas, Fabio Periandro De Almeida Hirsch, Thiago Dorea Moreira, Alex Novaes Montenegro, Eden Valadares Santos, Jose Roberto Burgos Freire, Carlos Augusto Bastos Mello, Nelson Alves Ribeiro Neto, Ulisses Amancio Pereira Neto, Sergio Oliveira Vilalva Ribeiro e Luis Eduardo De Oliveira Leite. 

100% Bahêa (7) - Eduardo Jose Cardoso Sampaio, Jose Augusto Martins Vicente, Fabio Cesar Da Costa Rocha, Carolina Gama Sampaio, Lucas Maia Costa, Annibal Vianna Sampaio Neto e Paulo César Rio Mattos Filho. 

Mais um, Baêa (7) - Neilan Souza Mendes, Marco Antonio Rocha Costa, Jailson Paranhos Barauna, Otto Vinicius Oliveira Lopes, Serge Euler Magalhaes Souza, Ananias Alvaro Gouveia e Marcos Dvanir Bittencourt Bispo. 

A Voz Do Campeão (7) - Olavo Fonseca Filho, Ruy Guimarães Botelho, André Joazeiro Pinho, Suellyana Martucci, Leandro Pinheiro Andrade, Geraldo Tripodi e Adriano Rapassi Mascarenhas. 

Nova Ordem Tricolor (6) - Moreno De Castro Borba, Ricardo Borges Maracajá Pereira, Leandro Neves Desouza, Luis Alberto Bonfim Sousa Júnior, Abraão De Santana Pires e Igor Lordelo Carneiro

Bahia Clube Do Povo (5) - Hélio Miranda Do Val Junior, Sérgio Ricardo Barbosa Miranda, Marcelo Da Fonseca Queiroz, Marcio Marcilio De Eça Santos e Ronaldo Alves Do Nascimento.

Sou Bahia (3) - Augesir José De Carvalho Filho, Wellington Gouveia Santos e Liane Durão De Carvalho. 

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O torcedor do Bahia conheceu neste sábado (9) os novos presidente e vice que vão comandar o clube pelos próximos três anos. E para fiscalizar o trabalho que será feito a partir de agora por Guilherme Bellintani e Vitor Ferraz, 100 conselheiros também foram eleitos pelos votos dos sócios. 

A composição do Conselho Deliberativo é definida de acordo com a proporcionalidade dos votos. O percentual de cada chapa representa o número de cadeiras de determinado grupo dentro do órgão. A chapa mais votada foi a Revolução Tricolor, que terá 42 representantes. Todas as nove chapas inscritas, inclusive, terão componentes no Conselho. 

Confira os nomes dos 100 conselheiros eleitos para o triênio 2018-2020: 

Revolução Tricolor (42) - Pedro Henriques Moreira Netto, Carlos Eduardo Guimarães Araujo, Andre Luis De Paula Carneiro, Victor Cerqueira Duarte, Virgínia Marta Silva Mendes, André Machado Telles Da Silva, Marcos Vinícius Dos Santos Dias, Marcelo Jaqueira Beisl Noblat, Caio Fernando Beisl Noblat Costa, Marcio Vilaça Paiva, Gustavo Costa Barauna, Lucas França Brito Da Silva, Abelardo Sampaio Lopes Neto, Durval Luiz Saback Silva Filho, Wellington Roberto Ribeiro Campos, Diogo Vitor Pereira Dias, Marco Aurélio Pires Nobrega Thaim, Carlos Eduardo Bacelar Cerqueira, Rodrigo Lima Costa De Menezes, Marco Antonio Rabelo Da Costa Pinto, Willadesmon Santos Da Silva, Ricardo Aguiar Sapucaia, David Ricardo Fontes Pereira, Rodrigo Neiva Almeida De Farias Dias, Marcos Henrique Santana Lima, Leonardo Dos Santos Dantas, Lucas Araujo De Oliveira, Natanael Fernandes De Souza, Gabriel Barros Evangelista, Ney De Castro Silva, Marcelo Pereira Sant'ana, Rogerio Amaral Souto Gargur Martins, Marcos Paulo Cesar Fontes Moura, Wagner Telles De Oliveira, Moises Roberto Santos Silva, Caio Marcos Botêlho Ferreira, Vinícius Santana Cardoso, Elida Brandão Barreto, Antônio José Ramos Dias, Antônio Ribas Reis, Paulo Cesar Miguez Oliveira e Luciano De Pinna Vieira. 

Independente Tricolor (12) - Alexandre Drummond Jatobá, Henrique Garcia De La Torre, Lucas Di Tullio Gomes Bezerra, Diego Oliveira Tavares Da Cruz, Tiago Eloy Dos Santos, Andrenei Mercês De Sant'Anna, Claudio Verde Ramalho, Nauê Fabiano Bomfim Carvalho, Victor Emanoel Santiago Souza, Paulo Rogerio Britto De Campos, Rogério Cerqueira Silveira e Mateus Freire Machado. 

Simplesmente Bahia (11) - Oldgard Dias De Freitas, Fabio Periandro De Almeida Hirsch, Thiago Dorea Moreira, Alex Novaes Montenegro, Eden Valadares Santos, Jose Roberto Burgos Freire, Carlos Augusto Bastos Mello, Nelson Alves Ribeiro Neto, Ulisses Amancio Pereira Neto, Sergio Oliveira Vilalva Ribeiro e Luis Eduardo De Oliveira Leite. 

100% Bahêa (7) - Eduardo Jose Cardoso Sampaio, Jose Augusto Martins Vicente, Fabio Cesar Da Costa Rocha, Carolina Gama Sampaio, Lucas Maia Costa, Annibal Vianna Sampaio Neto e Paulo César Rio Mattos Filho. 

Mais um, Baêa (7) - Neilan Souza Mendes, Marco Antonio Rocha Costa, Jailson Paranhos Barauna, Otto Vinicius Oliveira Lopes, Serge Euler Magalhaes Souza, Ananias Alvaro Gouveia e Marcos Dvanir Bittencourt Bispo. 

A Voz Do Campeão (7) - Olavo Fonseca Filho, Ruy Guimarães Botelho, André Joazeiro Pinho, Suellyana Martucci, Leandro Pinheiro Andrade, Geraldo Tripodi e Adriano Rapassi Mascarenhas. 

Nova Ordem Tricolor (6) - Moreno De Castro Borba, Ricardo Borges Maracajá Pereira, Leandro Neves Desouza, Luis Alberto Bonfim Sousa Júnior, Abraão De Santana Pires e Igor Lordelo Carneiro

Bahia Clube Do Povo (5) - Hélio Miranda Do Val Junior, Sérgio Ricardo Barbosa Miranda, Marcelo Da Fonseca Queiroz, Marcio Marcilio De Eça Santos e Ronaldo Alves Do Nascimento.

Sou Bahia (3) - Augesir José De Carvalho Filho, Wellington Gouveia Santos e Liane Durão De Carvalho. 

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O torcedor do Bahia conheceu neste sábado (9) os novos presidente e vice que vão comandar o clube pelos próximos três anos. E para fiscalizar o trabalho que será feito a partir de agora por Guilherme Bellintani e Vitor Ferraz, 100 conselheiros também foram eleitos pelos votos dos sócios. 

A composição do Conselho Deliberativo é definida de acordo com a proporcionalidade dos votos. O percentual de cada chapa representa o número de cadeiras de determinado grupo dentro do órgão. A chapa mais votada foi a Revolução Tricolor, que terá 42 representantes. Todas as nove chapas inscritas, inclusive, terão componentes no Conselho. 

Confira os nomes dos 100 conselheiros eleitos para o triênio 2018-2020: 

Revolução Tricolor (42) - Pedro Henriques Moreira Netto, Carlos Eduardo Guimarães Araujo, Andre Luis De Paula Carneiro, Victor Cerqueira Duarte, Virgínia Marta Silva Mendes, André Machado Telles Da Silva, Marcos Vinícius Dos Santos Dias, Marcelo Jaqueira Beisl Noblat, Caio Fernando Beisl Noblat Costa, Marcio Vilaça Paiva, Gustavo Costa Barauna, Lucas França Brito Da Silva, Abelardo Sampaio Lopes Neto, Durval Luiz Saback Silva Filho, Wellington Roberto Ribeiro Campos, Diogo Vitor Pereira Dias, Marco Aurélio Pires Nobrega Thaim, Carlos Eduardo Bacelar Cerqueira, Rodrigo Lima Costa De Menezes, Marco Antonio Rabelo Da Costa Pinto, Willadesmon Santos Da Silva, Ricardo Aguiar Sapucaia, David Ricardo Fontes Pereira, Rodrigo Neiva Almeida De Farias Dias, Marcos Henrique Santana Lima, Leonardo Dos Santos Dantas, Lucas Araujo De Oliveira, Natanael Fernandes De Souza, Gabriel Barros Evangelista, Ney De Castro Silva, Marcelo Pereira Sant'ana, Rogerio Amaral Souto Gargur Martins, Marcos Paulo Cesar Fontes Moura, Wagner Telles De Oliveira, Moises Roberto Santos Silva, Caio Marcos Botêlho Ferreira, Vinícius Santana Cardoso, Elida Brandão Barreto, Antônio José Ramos Dias, Antônio Ribas Reis, Paulo Cesar Miguez Oliveira e Luciano De Pinna Vieira. 

Independente Tricolor (12) - Alexandre Drummond Jatobá, Henrique Garcia De La Torre, Lucas Di Tullio Gomes Bezerra, Diego Oliveira Tavares Da Cruz, Tiago Eloy Dos Santos, Andrenei Mercês De Sant'Anna, Claudio Verde Ramalho, Nauê Fabiano Bomfim Carvalho, Victor Emanoel Santiago Souza, Paulo Rogerio Britto De Campos, Rogério Cerqueira Silveira e Mateus Freire Machado. 

Simplesmente Bahia (11) - Oldgard Dias De Freitas, Fabio Periandro De Almeida Hirsch, Thiago Dorea Moreira, Alex Novaes Montenegro, Eden Valadares Santos, Jose Roberto Burgos Freire, Carlos Augusto Bastos Mello, Nelson Alves Ribeiro Neto, Ulisses Amancio Pereira Neto, Sergio Oliveira Vilalva Ribeiro e Luis Eduardo De Oliveira Leite. 

100% Bahêa (7) - Eduardo Jose Cardoso Sampaio, Jose Augusto Martins Vicente, Fabio Cesar Da Costa Rocha, Carolina Gama Sampaio, Lucas Maia Costa, Annibal Vianna Sampaio Neto e Paulo César Rio Mattos Filho. 

Mais um, Baêa (7) - Neilan Souza Mendes, Marco Antonio Rocha Costa, Jailson Paranhos Barauna, Otto Vinicius Oliveira Lopes, Serge Euler Magalhaes Souza, Ananias Alvaro Gouveia e Marcos Dvanir Bittencourt Bispo. 

A Voz Do Campeão (7) - Olavo Fonseca Filho, Ruy Guimarães Botelho, André Joazeiro Pinho, Suellyana Martucci, Leandro Pinheiro Andrade, Geraldo Tripodi e Adriano Rapassi Mascarenhas. 

Nova Ordem Tricolor (6) - Moreno De Castro Borba, Ricardo Borges Maracajá Pereira, Leandro Neves Desouza, Luis Alberto Bonfim Sousa Júnior, Abraão De Santana Pires e Igor Lordelo Carneiro

Bahia Clube Do Povo (5) - Hélio Miranda Do Val Junior, Sérgio Ricardo Barbosa Miranda, Marcelo Da Fonseca Queiroz, Marcio Marcilio De Eça Santos e Ronaldo Alves Do Nascimento.

Sou Bahia (3) - Augesir José De Carvalho Filho, Wellington Gouveia Santos e Liane Durão De Carvalho. 

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O torcedor do Bahia conheceu neste sábado (9) os novos presidente e vice que vão comandar o clube pelos próximos três anos. E para fiscalizar o trabalho que será feito a partir de agora por Guilherme Bellintani e Vitor Ferraz, 100 conselheiros também foram eleitos pelos votos dos sócios. 

A composição do Conselho Deliberativo é definida de acordo com a proporcionalidade dos votos. O percentual de cada chapa representa o número de cadeiras de determinado grupo dentro do órgão. A chapa mais votada foi a Revolução Tricolor, que terá 42 representantes. Todas as nove chapas inscritas, inclusive, terão componentes no Conselho. 

Confira os nomes dos 100 conselheiros eleitos para o triênio 2018-2020: 

Revolução Tricolor (42) - Pedro Henriques Moreira Netto, Carlos Eduardo Guimarães Araujo, Andre Luis De Paula Carneiro, Victor Cerqueira Duarte, Virgínia Marta Silva Mendes, André Machado Telles Da Silva, Marcos Vinícius Dos Santos Dias, Marcelo Jaqueira Beisl Noblat, Caio Fernando Beisl Noblat Costa, Marcio Vilaça Paiva, Gustavo Costa Barauna, Lucas França Brito Da Silva, Abelardo Sampaio Lopes Neto, Durval Luiz Saback Silva Filho, Wellington Roberto Ribeiro Campos, Diogo Vitor Pereira Dias, Marco Aurélio Pires Nobrega Thaim, Carlos Eduardo Bacelar Cerqueira, Rodrigo Lima Costa De Menezes, Marco Antonio Rabelo Da Costa Pinto, Willadesmon Santos Da Silva, Ricardo Aguiar Sapucaia, David Ricardo Fontes Pereira, Rodrigo Neiva Almeida De Farias Dias, Marcos Henrique Santana Lima, Leonardo Dos Santos Dantas, Lucas Araujo De Oliveira, Natanael Fernandes De Souza, Gabriel Barros Evangelista, Ney De Castro Silva, Marcelo Pereira Sant'ana, Rogerio Amaral Souto Gargur Martins, Marcos Paulo Cesar Fontes Moura, Wagner Telles De Oliveira, Moises Roberto Santos Silva, Caio Marcos Botêlho Ferreira, Vinícius Santana Cardoso, Elida Brandão Barreto, Antônio José Ramos Dias, Antônio Ribas Reis, Paulo Cesar Miguez Oliveira e Luciano De Pinna Vieira. 

Independente Tricolor (12) - Alexandre Drummond Jatobá, Henrique Garcia De La Torre, Lucas Di Tullio Gomes Bezerra, Diego Oliveira Tavares Da Cruz, Tiago Eloy Dos Santos, Andrenei Mercês De Sant'Anna, Claudio Verde Ramalho, Nauê Fabiano Bomfim Carvalho, Victor Emanoel Santiago Souza, Paulo Rogerio Britto De Campos, Rogério Cerqueira Silveira e Mateus Freire Machado. 

Simplesmente Bahia (11) - Oldgard Dias De Freitas, Fabio Periandro De Almeida Hirsch, Thiago Dorea Moreira, Alex Novaes Montenegro, Eden Valadares Santos, Jose Roberto Burgos Freire, Carlos Augusto Bastos Mello, Nelson Alves Ribeiro Neto, Ulisses Amancio Pereira Neto, Sergio Oliveira Vilalva Ribeiro e Luis Eduardo De Oliveira Leite. 

100% Bahêa (7) - Eduardo Jose Cardoso Sampaio, Jose Augusto Martins Vicente, Fabio Cesar Da Costa Rocha, Carolina Gama Sampaio, Lucas Maia Costa, Annibal Vianna Sampaio Neto e Paulo César Rio Mattos Filho. 

Mais um, Baêa (7) - Neilan Souza Mendes, Marco Antonio Rocha Costa, Jailson Paranhos Barauna, Otto Vinicius Oliveira Lopes, Serge Euler Magalhaes Souza, Ananias Alvaro Gouveia e Marcos Dvanir Bittencourt Bispo. 

A Voz Do Campeão (7) - Olavo Fonseca Filho, Ruy Guimarães Botelho, André Joazeiro Pinho, Suellyana Martucci, Leandro Pinheiro Andrade, Geraldo Tripodi e Adriano Rapassi Mascarenhas. 

Nova Ordem Tricolor (6) - Moreno De Castro Borba, Ricardo Borges Maracajá Pereira, Leandro Neves Desouza, Luis Alberto Bonfim Sousa Júnior, Abraão De Santana Pires e Igor Lordelo Carneiro

Bahia Clube Do Povo (5) - Hélio Miranda Do Val Junior, Sérgio Ricardo Barbosa Miranda, Marcelo Da Fonseca Queiroz, Marcio Marcilio De Eça Santos e Ronaldo Alves Do Nascimento.

Sou Bahia (3) - Augesir José De Carvalho Filho, Wellington Gouveia Santos e Liane Durão De Carvalho. 

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A composição do Conselho Deliberativo é definida de acordo com a proporcionalidade dos votos. O percentual de cada chapa representa o número de cadeiras de determinado grupo dentro do órgão. A chapa mais votada foi a Revolução Tricolor, que terá 42 representantes. Todas as nove chapas inscritas, inclusive, terão componentes no Conselho. 

Confira os nomes dos 100 conselheiros eleitos para o triênio 2018-2020: 

Revolução Tricolor (42) - Pedro Henriques Moreira Netto, Carlos Eduardo Guimarães Araujo, Andre Luis De Paula Carneiro, Victor Cerqueira Duarte, Virgínia Marta Silva Mendes, André Machado Telles Da Silva, Marcos Vinícius Dos Santos Dias, Marcelo Jaqueira Beisl Noblat, Caio Fernando Beisl Noblat Costa, Marcio Vilaça Paiva, Gustavo Costa Barauna, Lucas França Brito Da Silva, Abelardo Sampaio Lopes Neto, Durval Luiz Saback Silva Filho, Wellington Roberto Ribeiro Campos, Diogo Vitor Pereira Dias, Marco Aurélio Pires Nobrega Thaim, Carlos Eduardo Bacelar Cerqueira, Rodrigo Lima Costa De Menezes, Marco Antonio Rabelo Da Costa Pinto, Willadesmon Santos Da Silva, Ricardo Aguiar Sapucaia, David Ricardo Fontes Pereira, Rodrigo Neiva Almeida De Farias Dias, Marcos Henrique Santana Lima, Leonardo Dos Santos Dantas, Lucas Araujo De Oliveira, Natanael Fernandes De Souza, Gabriel Barros Evangelista, Ney De Castro Silva, Marcelo Pereira Sant'ana, Rogerio Amaral Souto Gargur Martins, Marcos Paulo Cesar Fontes Moura, Wagner Telles De Oliveira, Moises Roberto Santos Silva, Caio Marcos Botêlho Ferreira, Vinícius Santana Cardoso, Elida Brandão Barreto, Antônio José Ramos Dias, Antônio Ribas Reis, Paulo Cesar Miguez Oliveira e Luciano De Pinna Vieira. 

Independente Tricolor (12) - Alexandre Drummond Jatobá, Henrique Garcia De La Torre, Lucas Di Tullio Gomes Bezerra, Diego Oliveira Tavares Da Cruz, Tiago Eloy Dos Santos, Andrenei Mercês De Sant'Anna, Claudio Verde Ramalho, Nauê Fabiano Bomfim Carvalho, Victor Emanoel Santiago Souza, Paulo Rogerio Britto De Campos, Rogério Cerqueira Silveira e Mateus Freire Machado. 

Simplesmente Bahia (11) - Oldgard Dias De Freitas, Fabio Periandro De Almeida Hirsch, Thiago Dorea Moreira, Alex Novaes Montenegro, Eden Valadares Santos, Jose Roberto Burgos Freire, Carlos Augusto Bastos Mello, Nelson Alves Ribeiro Neto, Ulisses Amancio Pereira Neto, Sergio Oliveira Vilalva Ribeiro e Luis Eduardo De Oliveira Leite. 

100% Bahêa (7) - Eduardo Jose Cardoso Sampaio, Jose Augusto Martins Vicente, Fabio Cesar Da Costa Rocha, Carolina Gama Sampaio, Lucas Maia Costa, Annibal Vianna Sampaio Neto e Paulo César Rio Mattos Filho. 

Mais um, Baêa (7) - Neilan Souza Mendes, Marco Antonio Rocha Costa, Jailson Paranhos Barauna, Otto Vinicius Oliveira Lopes, Serge Euler Magalhaes Souza, Ananias Alvaro Gouveia e Marcos Dvanir Bittencourt Bispo. 

A Voz Do Campeão (7) - Olavo Fonseca Filho, Ruy Guimarães Botelho, André Joazeiro Pinho, Suellyana Martucci, Leandro Pinheiro Andrade, Geraldo Tripodi e Adriano Rapassi Mascarenhas. 

Nova Ordem Tricolor (6) - Moreno De Castro Borba, Ricardo Borges Maracajá Pereira, Leandro Neves Desouza, Luis Alberto Bonfim Sousa Júnior, Abraão De Santana Pires e Igor Lordelo Carneiro

Bahia Clube Do Povo (5) - Hélio Miranda Do Val Junior, Sérgio Ricardo Barbosa Miranda, Marcelo Da Fonseca Queiroz, Marcio Marcilio De Eça Santos e Ronaldo Alves Do Nascimento.

Sou Bahia (3) - Augesir José De Carvalho Filho, Wellington Gouveia Santos e Liane Durão De Carvalho. 

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O torcedor do Bahia conheceu neste sábado (9) os novos presidente e vice que vão comandar o clube pelos próximos três anos. E para fiscalizar o trabalho que será feito a partir de agora por Guilherme Bellintani e Vitor Ferraz, 100 conselheiros também foram eleitos pelos votos dos sócios. 

A composição do Conselho Deliberativo é definida de acordo com a proporcionalidade dos votos. O percentual de cada chapa representa o número de cadeiras de determinado grupo dentro do órgão. A chapa mais votada foi a Revolução Tricolor, que terá 42 representantes. Todas as nove chapas inscritas, inclusive, terão componentes no Conselho. 

Confira os nomes dos 100 conselheiros eleitos para o triênio 2018-2020: 

Revolução Tricolor (42) - Pedro Henriques Moreira Netto, Carlos Eduardo Guimarães Araujo, Andre Luis De Paula Carneiro, Victor Cerqueira Duarte, Virgínia Marta Silva Mendes, André Machado Telles Da Silva, Marcos Vinícius Dos Santos Dias, Marcelo Jaqueira Beisl Noblat, Caio Fernando Beisl Noblat Costa, Marcio Vilaça Paiva, Gustavo Costa Barauna, Lucas França Brito Da Silva, Abelardo Sampaio Lopes Neto, Durval Luiz Saback Silva Filho, Wellington Roberto Ribeiro Campos, Diogo Vitor Pereira Dias, Marco Aurélio Pires Nobrega Thaim, Carlos Eduardo Bacelar Cerqueira, Rodrigo Lima Costa De Menezes, Marco Antonio Rabelo Da Costa Pinto, Willadesmon Santos Da Silva, Ricardo Aguiar Sapucaia, David Ricardo Fontes Pereira, Rodrigo Neiva Almeida De Farias Dias, Marcos Henrique Santana Lima, Leonardo Dos Santos Dantas, Lucas Araujo De Oliveira, Natanael Fernandes De Souza, Gabriel Barros Evangelista, Ney De Castro Silva, Marcelo Pereira Sant'ana, Rogerio Amaral Souto Gargur Martins, Marcos Paulo Cesar Fontes Moura, Wagner Telles De Oliveira, Moises Roberto Santos Silva, Caio Marcos Botêlho Ferreira, Vinícius Santana Cardoso, Elida Brandão Barreto, Antônio José Ramos Dias, Antônio Ribas Reis, Paulo Cesar Miguez Oliveira e Luciano De Pinna Vieira. 

Independente Tricolor (12) - Alexandre Drummond Jatobá, Henrique Garcia De La Torre, Lucas Di Tullio Gomes Bezerra, Diego Oliveira Tavares Da Cruz, Tiago Eloy Dos Santos, Andrenei Mercês De Sant'Anna, Claudio Verde Ramalho, Nauê Fabiano Bomfim Carvalho, Victor Emanoel Santiago Souza, Paulo Rogerio Britto De Campos, Rogério Cerqueira Silveira e Mateus Freire Machado. 

Simplesmente Bahia (11) - Oldgard Dias De Freitas, Fabio Periandro De Almeida Hirsch, Thiago Dorea Moreira, Alex Novaes Montenegro, Eden Valadares Santos, Jose Roberto Burgos Freire, Carlos Augusto Bastos Mello, Nelson Alves Ribeiro Neto, Ulisses Amancio Pereira Neto, Sergio Oliveira Vilalva Ribeiro e Luis Eduardo De Oliveira Leite. 

100% Bahêa (7) - Eduardo Jose Cardoso Sampaio, Jose Augusto Martins Vicente, Fabio Cesar Da Costa Rocha, Carolina Gama Sampaio, Lucas Maia Costa, Annibal Vianna Sampaio Neto e Paulo César Rio Mattos Filho. 

Mais um, Baêa (7) - Neilan Souza Mendes, Marco Antonio Rocha Costa, Jailson Paranhos Barauna, Otto Vinicius Oliveira Lopes, Serge Euler Magalhaes Souza, Ananias Alvaro Gouveia e Marcos Dvanir Bittencourt Bispo. 

A Voz Do Campeão (7) - Olavo Fonseca Filho, Ruy Guimarães Botelho, André Joazeiro Pinho, Suellyana Martucci, Leandro Pinheiro Andrade, Geraldo Tripodi e Adriano Rapassi Mascarenhas. 

Nova Ordem Tricolor (6) - Moreno De Castro Borba, Ricardo Borges Maracajá Pereira, Leandro Neves Desouza, Luis Alberto Bonfim Sousa Júnior, Abraão De Santana Pires e Igor Lordelo Carneiro

Bahia Clube Do Povo (5) - Hélio Miranda Do Val Junior, Sérgio Ricardo Barbosa Miranda, Marcelo Da Fonseca Queiroz, Marcio Marcilio De Eça Santos e Ronaldo Alves Do Nascimento.

Sou Bahia (3) - Augesir José De Carvalho Filho, Wellington Gouveia Santos e Liane Durão De Carvalho. 

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O torcedor do Bahia conheceu neste sábado (9) os novos presidente e vice que vão comandar o clube pelos próximos três anos. E para fiscalizar o trabalho que será feito a partir de agora por Guilherme Bellintani e Vitor Ferraz, 100 conselheiros também foram eleitos pelos votos dos sócios. 

A composição do Conselho Deliberativo é definida de acordo com a proporcionalidade dos votos. O percentual de cada chapa representa o número de cadeiras de determinado grupo dentro do órgão. A chapa mais votada foi a Revolução Tricolor, que terá 42 representantes. Todas as nove chapas inscritas, inclusive, terão componentes no Conselho. 

Confira os nomes dos 100 conselheiros eleitos para o triênio 2018-2020: 

Revolução Tricolor (42) - Pedro Henriques Moreira Netto, Carlos Eduardo Guimarães Araujo, Andre Luis De Paula Carneiro, Victor Cerqueira Duarte, Virgínia Marta Silva Mendes, André Machado Telles Da Silva, Marcos Vinícius Dos Santos Dias, Marcelo Jaqueira Beisl Noblat, Caio Fernando Beisl Noblat Costa, Marcio Vilaça Paiva, Gustavo Costa Barauna, Lucas França Brito Da Silva, Abelardo Sampaio Lopes Neto, Durval Luiz Saback Silva Filho, Wellington Roberto Ribeiro Campos, Diogo Vitor Pereira Dias, Marco Aurélio Pires Nobrega Thaim, Carlos Eduardo Bacelar Cerqueira, Rodrigo Lima Costa De Menezes, Marco Antonio Rabelo Da Costa Pinto, Willadesmon Santos Da Silva, Ricardo Aguiar Sapucaia, David Ricardo Fontes Pereira, Rodrigo Neiva Almeida De Farias Dias, Marcos Henrique Santana Lima, Leonardo Dos Santos Dantas, Lucas Araujo De Oliveira, Natanael Fernandes De Souza, Gabriel Barros Evangelista, Ney De Castro Silva, Marcelo Pereira Sant'ana, Rogerio Amaral Souto Gargur Martins, Marcos Paulo Cesar Fontes Moura, Wagner Telles De Oliveira, Moises Roberto Santos Silva, Caio Marcos Botêlho Ferreira, Vinícius Santana Cardoso, Elida Brandão Barreto, Antônio José Ramos Dias, Antônio Ribas Reis, Paulo Cesar Miguez Oliveira e Luciano De Pinna Vieira. 

Independente Tricolor (12) - Alexandre Drummond Jatobá, Henrique Garcia De La Torre, Lucas Di Tullio Gomes Bezerra, Diego Oliveira Tavares Da Cruz, Tiago Eloy Dos Santos, Andrenei Mercês De Sant'Anna, Claudio Verde Ramalho, Nauê Fabiano Bomfim Carvalho, Victor Emanoel Santiago Souza, Paulo Rogerio Britto De Campos, Rogério Cerqueira Silveira e Mateus Freire Machado. 

Simplesmente Bahia (11) - Oldgard Dias De Freitas, Fabio Periandro De Almeida Hirsch, Thiago Dorea Moreira, Alex Novaes Montenegro, Eden Valadares Santos, Jose Roberto Burgos Freire, Carlos Augusto Bastos Mello, Nelson Alves Ribeiro Neto, Ulisses Amancio Pereira Neto, Sergio Oliveira Vilalva Ribeiro e Luis Eduardo De Oliveira Leite. 

100% Bahêa (7) - Eduardo Jose Cardoso Sampaio, Jose Augusto Martins Vicente, Fabio Cesar Da Costa Rocha, Carolina Gama Sampaio, Lucas Maia Costa, Annibal Vianna Sampaio Neto e Paulo César Rio Mattos Filho. 

Mais um, Baêa (7) - Neilan Souza Mendes, Marco Antonio Rocha Costa, Jailson Paranhos Barauna, Otto Vinicius Oliveira Lopes, Serge Euler Magalhaes Souza, Ananias Alvaro Gouveia e Marcos Dvanir Bittencourt Bispo. 

A Voz Do Campeão (7) - Olavo Fonseca Filho, Ruy Guimarães Botelho, André Joazeiro Pinho, Suellyana Martucci, Leandro Pinheiro Andrade, Geraldo Tripodi e Adriano Rapassi Mascarenhas. 

Nova Ordem Tricolor (6) - Moreno De Castro Borba, Ricardo Borges Maracajá Pereira, Leandro Neves Desouza, Luis Alberto Bonfim Sousa Júnior, Abraão De Santana Pires e Igor Lordelo Carneiro

Bahia Clube Do Povo (5) - Hélio Miranda Do Val Junior, Sérgio Ricardo Barbosa Miranda, Marcelo Da Fonseca Queiroz, Marcio Marcilio De Eça Santos e Ronaldo Alves Do Nascimento.

Sou Bahia (3) - Augesir José De Carvalho Filho, Wellington Gouveia Santos e Liane Durão De Carvalho. 

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